O CIEPI – Centro das Indústrias do Estado do Piauí realizou uma visita institucional à sede do Grupo Hot Sat, em Teresina, dentro do projeto CIEPI Visita, que tem como objetivo conhecer de perto e valorizar as indústrias instaladas no Estado. A iniciativa busca aproximar o setor produtivo da entidade e dar visibilidade ao que é produzido no Piauí, muitas vezes pouco conhecido pela própria população.
Fundado há mais de 30 anos por Raimundo Nonato de Albuquerque e desenvolvido ao lado do filho, Albuquerque Júnior, o Grupo Hot Sat começou no setor de telecomunicações e hoje é um dos principais polos de tecnologia e indústria do Nordeste. A empresa atua em áreas como climatização, energia solar, segurança eletrônica, automação e soluções para cidades inteligentes, com produção local e distribuição regional.

Atualmente, o grupo mantém unidade fabril, centros de capacitação, lojas especializadas e rede própria de distribuição. Entre os destaques estão os climatizadores da linha Climat, além de luminárias em LED, caixas de som e outros equipamentos eletrônicos. A Hot Sat também se consolidou como referência em energia solar, atendendo residências, empresas e prefeituras, além de atuar em projetos de monitoramento, controle de acesso e fibra óptica.

Durante a visita, o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico e Turismo, Airton Feitosa, ressaltou a importância de valorizar a indústria local. “A Semdec busca mostrar a indústria piauiense que existe. Precisamos apoiar e divulgar essa linha de climatizadores inovadores e uma empresa tão importante instalada em Teresina”, afirmou. Já o CEO do grupo, Albuquerque Júnior, agradeceu a iniciativa. “A gente se sente valorizado. Isso faz com que os piauienses conheçam o real potencial da nossa indústria e nos fortalece para novos projetos”, disse. O presidente do CIEPI, Marcelo Medeiros, reforçou que a entidade pretende realizar visitas mensais a indústrias do Estado. “Muitos usam produtos piauienses sem saber. Nosso papel é mostrar o que o Piauí tem de melhor e fortalecer quem está no chão de fábrica, construindo o desenvolvimento do Estado”, concluiu.

